quinta-feira, 31 de março de 2011

Nossa eu tava lendo meus posts antigos e pensei: nossa como eu era bom!
Por exemplo, toda vez que quero escrever algo no meu twitter, fico meia hora olhando aquele formzinho com o "What`s happening" na minha cara e não escrevo nada...

Bom, eu agora fiz sair do armário meu blog e publiquei no twitter e talz, mas é um blog muito velho e chato...
Por exemplo, o ultimo post é do começo deste ano e o archive aqui do lado esquerdo entristece, não tem nada! Entra em qlqr blog decente pra vc ver... Tá Cheio!!

Tem muita gente que faz o blog pra falar da vida. Eu não, eu faço pra reclamar dela, reclamar mesmo, e ser hipócrita (e como sou!). Acho que faço um pouco também porque tem horas que eu quero mesmo é ficar escrevendo qualquer coisa no meu computador durante umas 3 horas para leitores inexistentes e massageando minha insegurança...

É... 3 horas pra essa droga aqui, sem sentido, sem futuro e provavelmente sem nenhuma utilidade... Alias sem nome bom, pq até agora eu só falei mal dele, que eu cansei dele, mas vê se eu jogo fora? a cada seis meses ele recebe a dose de palavras estúpidas que eu lhe mando, sem destino...

Ahhh leitores, cade vocês!!!! Desgraça de blog...

domingo, 23 de janeiro de 2011

Show da fé

Eu assisti estes programas de madrugada levando a religião evangélica para todos que assistem. Acho que vou me dar a liberdade aqui de abrir algumas hipóteses e estatísticas baseadas no meu bom senso. Desculpe se estiver tudo errado, isto esta só no campo das hipóteses.

Hipótese Nº 1 - Deus como um produto, para lucrar

Começo com o horário do programa. Putz, 2 da manhã?
Se você tem um produto fraco, que faz o que qualquer um faz, como você vende na televisão? Eu colocaria as inúmeras vantagens dele de modo que alguém compre. Mas como ele vai comprar? Se o produto é ruim, você só consegue trabalhar no erro de julgamento do ser humano, que como todo ser humano, erra. Bom, se eu quisesse vender milagres que não existem, eu acho que funcionaria passar em televisão aberta uma vez, outra vez, e mais outra, e mais outra.

Eu estou cansado do meu dia, da minha vida, briguei com a mulher chego em casa, sento na tv e enquanto tou pensando em como eu queria ter estudado bastante pra poder estar no lugar do meu chefe, como eu queria que alguém me falasse que está tudo bem, tudo dá certo, que eu vou conseguir, eu ligo a tv e bom, é confortante. Dai pode se desenvolver um futuro fanatismo pela religião.

Acredito que existem outras formas de entrar nesse mundo que não por esse passo inicial, mas vamos continuar.

Sou evangélico e acredito que Deus vai me transformar em um homem melhor, mas devo ter muita fé. Muita fé. Quanta fé? Quanto mais fé? Mais! mais! Milagres ocorrem ao meu redor. Sinto uma emoção alucinante em ver aquelas 4 mil pessoas rezarem junto comigo. Tem algo ai, descobri algo que me tocou mesmo. Como posso acreditar mais, ter mais fé? Bom, isso eles estão gritando lá dentro nas reuniões não televisionadas: Dízimo! Tá na bíblia!

Tou pagando o dizimo e tou tendo fe, estou indo nas reunioes e as pessoas estao sofrendo milagres e eu não! Como pode ser isso? Será que não tenho fé? Essa dúvida é não ter fé e isto nem preciso provar que é verdade. Então me falta fé! Mais fé, mais fé, mais fé...

Bom, acho que é assim que a Universal movimenta tanto dinheiro...
É inacreditável o nosso poder de mudar as coisas. É inacreditável que a energia que você despende para ter esta fé consiga superar o trabalho que você gasta para pagar o pedacinho de Deus que você quer só pra você. E acho que nisso que a igreja sobrevive, por que no final, ela faz algum bem, faz ALGUMAS pessoas realmente acreditarem em si mesmas, e isso meu amigo, isso não é fácil....


terça-feira, 27 de julho de 2010

Muita Cultura e Nenhum Livro

Bom, eu ia falar um monte de coisa, mas em suma, vou dizer um resumo só...

O problema do mundo é que ninguém acredita que tratando as pessoas bem e tendo paciência, a vida ia melhorar.

Agora como o post não podia ficar tão pequeno, vou colocar uma lista de livros bacanas com uns comentários sobre eles, opiniões pessoais...

Eu sei que vocês leitores estão pensando "Nossa, ele vai dar assim, de graça, cultura e comentários sobre tal pra gente poder decidir se quer ou não, sem pagar nada, sem custo, assim?"

É, pensado bem... Tá vou fazer uma excessão:

Senhor dos Anéis - Cara, muito descritivo e longo, é pra quem é nerd, gosta de D&D e não tem namorada alguma.

Harry Potter - Pow, a série embala e é bem mais legal que os filmes, mas não tenho mais idade pra isso (13 anos) (brincadeira). Vale a pena perder o seu tempo lendo.

Vidas Secas - Hum, meio chato, mas é muito triste. Aposto que todo mundo gostaria de ignorar que o tal é pra lá de verossímel.

Poemas Completos de Alberto Caeiro - Me desculpe, mas quem gosta muito muito de ler poemas nesse mundo? Eu acho que é o tipo de literatura que não cabe em livros. Se você colocar muitos, fica parecendo repetitivo, se vc coloca poucos o livro fica repetitivo, se vc deixa um, tá perfeito. Mas aí já não é um livro. Estampa nas estações de metrô pros meus dias ficarem felizes!

A estratégia do Oceano Azul - Livro parece que é pra quem tá criando empresas ou criando produtos, o presidente da Goóc que recomendou. Ele fala de uma estratégia, de cases de sucesso e fracasso e analisa o por que. No fundo ele fica se repetindo pra enche de páginas, mas a idéia em si é muito boa.

O Guia do Mochileiro das Galáxias - Incrível como as pessoas ficaram tão revoltadas só por que um cara a 2000 anos atras disse que seria legal a gente começar a tratarmos bem uns aos outros. Ou algo assim, não lembro direito.

O Homem de Gelo - É a história de um cara que matou muita gente. Vale a pena ler. O autor fica no balanço sem escolher se ele julga o cara um cara muito mau ou se o julga como um produto que não deu certo da sociedade. Disso eu não gosto, ninguém deve julgar pessoas por mim... Mas o livro é bom.

O retrato de Dorian Gray - Clássico inglês, muito bacana. Algumas partes me faz pensar se nossa sociedade não gira em torno da beleza. Mas aí eu paro de pensar e vou assistir pornozao na net. (brinks)

Nineteen Eighty-Four (1984) - Ótemo! Inglês também (mas tem tradução...), mas acho que uma sociedade controlada que nem aquela é utopia de fascista. Nada contra os fascistas, e nem contra as utopias, mas acho impossível algo do tipo.

Revolução dos Bichos - Fala sobre revoluções em geral, não é só sobre a revolução russa de 1917. Acho que o mais importante pra gente poder observar não é como as pessoas esquecem das coisas, pois isso todos fazemos. Mas como a influência de outras pessoas nos influenciam. Quantas decisões nós tomamos com base no que ouvimos dos outros? A parte da nossa cabeça que pensa sempre estará com Bola de Neve, Leon T. e Goldstein.

O Pequeno Príncipe - Olha, leia. E ponha as rosas de sua vida em seu devido lugar, com ou sem redomas. E também não viaje de avião no deserto... É vou anotar isso num post-it aqui...

Memórias Póstumas de Brás Cubas - Eu não sei por que falam tanto do outro clássico dele, o da Capitu, esse é tão mais real. Aquela coisa do emplastro no final é brilhante! Eu assisti esses dias "O Bem Amado" e tem tudo a ver! Tratemos bem nossos políticos, e lembremos depois de sua gratidão.

Coração Vermelho - Trata sobre uma senhora que ajudava os comunistas durante a ditadura do Brasil. Ainda não terminei, mas minha impressão é que puxaram um pouco de saco do PCdoB, uma vez que todas as vezes que falavam dele, dava a impressão de toda uma epopéia sobre ideais e pessoas que não deixam esses ideais existirem. Mas a velhinha é show de bola.

Bom, o que mais? Acho que é só...
Não tou lembrando de mais nenhum a essa hora...
Boa noite

sábado, 24 de julho de 2010

Olha, entende isso e eu ja tou feliz, ok?

Não quero ser político banal, nem moralista purista, nem reivindicador do direitos do proletariado, muito menos burguês emergente com fama de assistencialista. Não quero ser o nerd da utopia, nem a utopia do bom moço.

Além disso tudo, não sou muito senhor do meu destino, não sou bom estrategista, planejador, muito menos responsável. Não tenho cabeça para sempre liderar, aliás eu muitas vezes não ouso nem competir. Não que isso seja sempre ruim, mas nessa frequência não dá pra viver neste mundo.

Voltando ao tópico, não sou ninguém fora do normal. Nem muito dentro. Eu sou quase o desejo não concreto de um mundo melhor. Aliás sou pra lá de Abstrato....

Mas essa abstração leva o nome deste blog, que eu com muito carinho desprezo meu lado humano que hoje se rebela para atingir o exterior.

E aqui ja se exauriram as idéias..............

Eu queria que você analisasse essa sua vida de servidão a si mesmo. Já analisou quantas vezes você quer ser servido e quantas você serve? O mal de nossa gente é o nosso mal, e o nosso mal responde a essa pergunta negativamente.

Sem confusão de pensamentos agora:

Pense. A quem você ajuda? Quem você quer ver crescer? Quem no mundo faz da sua vida um pontinho de solidariedade? E como você espera que o mundo melhore enquanto você quer ser servido, enquanto tua vida passa na espera.

Esperamos que Deus nos ajude, esperamos que alguém dê aquele aumento para passarmos o mês tranqüilos, esperamos o chefe mudar de postura com a gente, esperamos a coisa ficar tão feia que não tenha mais volta. Esperamos que alguém nos pegue aquela água, que o garçom nos coloque o que foi pedido à mesa, que consigamos viajar com tranqüilidade. Pedimos por favor para estarmos em segurança, para que não haja perdas em nossas famílias, que o mundo melhore.

O problema, se analisarmos, não é que não fazemos nada, pois há coisas que o nada é o melhor a se fazer. O problema é que todos pedimos mais e fazemos aos outros de menos. Se analisarmos em nosso meio o nível de vontade de sermos servidos e o nível em que servimos, acho que dá pra você entender onde isto quer chegar. Estamos sempre com um déficit, um prejuízo de serviços, sempre estaremos profundamente insatisfeitos com isso.

E a causa da insatisfação não importa, pois a causa deste mal é o próprio mal.

Engraçado como queremos sempre a educação, e sempre olhamos de cara feia o caixa na hora de pagar uma conta cara. Sempre queremos ganhar mais e continuar trabalhando o mesmo do mesmo jeito. Sempre queremos a paz no mundo e brigamos com um irmão ou um filho por causa de besteiras...

Queremos respeito à nossa profissão, mas agimos com preconceito contra garis e pessoas que retiram nosso lixo, jogamos nosso lixo no chão! Mudemos... Por favor.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Crescimento

A gente precisa sempre estar olhando pra frente, tem que ter sempre uns amigos, mais ou menos com o nosso poder de compra...
A gente tem que ter namoros irreais pra provar que não somo fracassados
Temos que ganhar nosso dinheiro e ter onde gastar. Temos que ter gosto pra amigos, pra beber, comer, pra comprar o azulejo da casa

A gente tem que estar sempre fingindo ter projetos, fingindo que acreditamos que a vida valhe a pena.

Mas ela não vale. Nem chega perto pra dizer a verdade. No fundo todo mundo sabe disso, mas sinceramente, eu prefiro que seja assim. A vida não vale nada por que pessoas como você leitor (não eu) pode chegar um dia a ser um grande e célebre rico, ou um bostinha mesmo, mas vai continuar a ser você. Você não muda, ninguém muda, vc vai com a maré. Você não é capaz de deixar ninguém aproveitar instantes momentâneos e lapsos de felicidade da vida sem estar junto. Assim você esmaga, pisa, finge que não conhece, diminui a intensidade, estraga o brilho.

Todos os dias nós, humanos, sabotamos uns o brilho dos outros, quando ficamos quetos ou damos um parabéns sem graça para uma conquista alheia, quando esquecemos a pessoa e deixamos a vida nos "ocupar". No fundo, nós fazemos planos para tentar nos desviar da desgraça da vida. Por isso ninguém acerta, ninguém melhor e os países levam mais de 4 gerações para melhorar alguma coisa.

Só melhoramos no esquecimento de nossas mazelas.

domingo, 27 de dezembro de 2009

Burroceremos para sempre!


Coisas burras de cada dia! Por que não paramos?
Somos mal cidadãos, pais, filhos, motoristas, parentes, amantes, compradores, vendedores!
Por que não há uma conduta regular de ajuda à sociedade?
Por que há formas tão grosseiras de se viver a vida, por que não conquistamos a paz?
Ninguém pensa no coletivo, ninguém cede, ninguém peca por falta de egoísmo, só por excesso. Por que escolhemos isso?


Ou não escolhemos? Eu não sei a resposta. Eu particularmente não consigo viver como quero, mas com certeza meu esforço tange muito mais o respeito ao coletivo que o resto de meus colegas.

Acredito que como vivemos pensando, falando conosco com a cabeça, conseguimos nos convencer que no nosso raio de poder, até onde eu consigo ou não fazer o que me bem entende, eu preciso ser impenetrável.

Explico melhor. Cada um tem uma série de liberdades que se vai adquirindo ou perdendo com o tempo. Independente de qual seja ela, quando se está com uma liberdade e se conhece a fundo, ela vira algo pessoal, algo "seu". Além disso, quando nos acostumamos com ela, passamos a explorar seus limites.

Ou seja, nós aprendemos a dirigir e com o tempo paramos em vaga proibida com pisca alerta por "5 minutinhos". Nós usamos o perfume do irmão por que é só um pouquinho, e ele nem vai perceber. Nós jogamos chiclete na rua porque a rua é cheia de chiclete, e afinal, ninguém tira. A gente chega em casa e não lavamos a louça porque tivemos um dia de muito trabalho. É quase como se alguém desse um biscoito a um cachorro, e deixasse a caixa no chão, pra ele ir descobrindo aos poucos que pode comer tudo, sabendo que não poderia, pra depois o dono descobrir e brigar com ele.

Larguemos nossos biscoitos, olhemos a nossa volta, vivamos com sabedoria de nossa existência!
Precisamos mudar o mundo, e ,viver cada minuto como se fosse o ultimo, é o mesmo que comer cada biscoito como se fosse seu direito. Não é.
Não é possível controlar a sociedade simplesmente com leis e regras. Não é só educação que precisamos. Precisamos de uma sociedade que tem consciência do que faz, tanto no individual, quanto no coletivo.

Ainda não sabemos o grau de avanço que a tecnologia pode alcançar se todo o coletivo se juntar para construir e discutir o futuro. Somo simples micróbios frente ao universo, qual o sentido do consumo exagerado? Perdemos nosso precioso tempo, gerações, em descobrir como se vende mais chiclete para serem jogados nas ruas e varridos por nossos garis. Vivamos para o futuro, sejamos mais, que a vida não é só individualismo.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Triste

É difícil olhar pra trás, recuperando os erros, pra tentar consertar o futuro. É complicado você olhar todas as suas oportunidades desperdiçadas e convertê-las em sucessos.
É praticamente impossível!!!
Você não tem suporte alheio, você só tem suas expectativas relativas a você, que sempre parecem ser mais do que você pode lhes entregar.
Você não tem perspectiva de mudança, o mundo está caindo em pedaços, e você não consegue recuperá-lo. As pessoas à sua volta que tentam conseguem, e você não!
Que desespero, que angústia.

Isto é uma crise... Quantas eu tive, vocês tiveram, e vamos ter?
Não quero mais crise! Quero superação! Quero motivação! Não quero mais elogios à mediocridade, não quero me acostumar, não quero mais radicalismos, não quero mais ter que ter sempre criatividade, não quero mais a selva, quero viver, quero ser livre de mim!